Nova data: Lançamento Lázarus de Georgette Silen

28/07/2010

O lançamento do livro Lázarus da autora Georgette Silen possui nova data!

Será dia 28 de Agosto a partir das 19 horas na Saraiva Megastore do Shopping Center Norte.

Haverá um bate papo com o autor Adriano Siqueira sobre vampiros.

Compareçam!

Anúncios

O Turno da Noite (Volumes 1, 2 e 3)

26/07/2010

Autor: André Vianco

Editora: Novo Século

Nota: 8,8

Os três volumes de O Turno da Noite contam a história de quatro vampiros transformados por Sétimo que são abordados pelo poderoso e misterioso vampiro Dom Ignácio. O homem notívago lhes oferece o luxo e conhecimento que necessitarão caso queiram permanecer “vivos”. O nome da organização para qual iniciam seus trabalhos inspira o nome do livro. A princípio, executam os serviços em troca do sangue daqueles que acreditam serem de bandidos e merecedores de um destino cruel. Aos poucos, entretanto, descobrem que nem tudo é como pensam.

Ao decorrer dos livros, as verdadeiras intenções de Dom Ignácio são reveladas. Os quatro aventureiros são arrastados de uma confusão a outra, indo contra o destino que lhes foi estipulado pelo vampiro ancião.

Patrícia é uma mulher determinada e forte, que acaba se tornando a líder do grupo.  Dentre os quatro, ela merece um enorme destaque por seu desenvolvimento e amadurecimento. Calíope, que aparece pela primeira vez no segundo volume sendo capturada pelo Exército Brasileiro, é estonteante em beleza e sensualidade. Imediatamente passa a atormentar o Capitão Brites que, se vê incapaz de resisti-la. Além disso, ela possui um passado rico, que cativa o leitor com riquezas históricas de nosso país.

Dentre os personagens que fazem parte da história, revemos Samuel e Gregório, os irmãos com destinos tão distintos apresentados em O Senhor da Chuva. Também temos Tiago e Eliana de Os Sete, assim como a matilha dos filhos de Lobo.

Também merecedores de um destaque especial são: Yuli, a vampira-loba que é frágil e determinada ao mesmo tempo, Dimitri, o matador, com seu Comodoro preto, e os personagens do folclore brasileiro incorporados na trama.

A obra caminha em um passo rápido que faz com que o leitor dificilmente perceba quantas páginas já leu.  Além do ritmo acelerado, o autor compartilha diversos pontos de vista, focando a narrativa em personagens diferentes ao decorrer dos capítulos. Isto permite que nos identifiquemos ainda mais com eles, além de nos tornarmos mais envolvidos com a estória.

Em geral, é uma ótima leitura, recomendada àqueles que apreciam o universo sombrio dos vampiros de André Vianco. A linha que ele estabelece entre mocinhos e vilões é tênue. Não existe preto e branco, somente um grande mar de cinza.

Parabéns, Vianco. Bela obra!

E para quem ainda não viu, o autor Andre Vianco esta produzindo um seriado desse livro. Vejam as novidades no Blog do Vianco ou sigam @OTurnodaNoite no Twitter.


Livraria Cultura: Bate Papo sobre Literatura Fantástica

14/07/2010


Dia 17 de Julho de 2010 (sábado), a partir das 16 horas, acontecerá um bate papo na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos sobre a literatura fantástica e o universo sobrenatural.

Local: Av. Nações Unidas, 4777 – Shopping Villa Lobos – Livraria Cultura – Auditório.

O bate papo contará com diversas feras da literatura nacional. Segue a lista:

  1. Martha Argel (autora dos livros O Vampiro da Mata Atlântica, Relações de Sangue, Amor Vampiro, entre outros.)
  2. J. Modesto (autor dos livros Trevas, Anhangá, Amor Vampiro, entre outros.)
  3. Giulia Moon (autora dos livros Kaori: Perfume de Vampira, Amor Vampiro, entre outros.)
  4. Nelson Magrini (autor dos livros Relâmpagos de Sangue, Anjo: A Face do Mal, Os Guardiões do Tempo, Amor Vampiro)
  5. Beatriz Ongaro
  6. Cintia João
  7. Isis Müller
  8. e outros.

Conheço bem o trabalho de muitos deles e recomendo. Acredito que será um evento de ótima qualidade e os participantes terão a grande oportunidade de  conhecerem esses grandes autores.

Eu estarei lá, e vocês?


A MALDIÇÃO DA ROSA RUBRA

14/06/2010

Por: Larissa Caruso

Uma garoa fina caía dos céus, compartilhando a dor do luto em um choro silencioso. O brilho da lua cheia, ofuscado pelas densas nuvens, tornava a noite ainda mais triste. As luzes da cidade transformavam as poucas silhuetas que ainda circulavam as ruas, em coadjuvantes de um mundo escuro e vazio.

12 de Junho. Aquele era um dia de alegria para todos os que compartilhavam as mais intensas emoções dos seres humanos. Casais do Brasil inteiro comemoravam o Dia dos Namorados com seus amados e amadas, demonstrando a importância que possuíam em suas vidas. Entretanto, nem todos celebravam esse dia com felicidade em seus corações.

O homem de cabelos loiros espetados caminhava na calçada da Avenida Doutor Arnaldo, com a cabeça baixa. Seus olhos caramelados focavam no chão, sem o brilho costumeiro que conquistava aqueles a quem fitava. Os lábios avermelhados e finos mantinham-se colados um ao outro, em uma pequena linha de apatia e tristeza. Sua aura, normalmente repleta de carisma e confiança, exalava miséria e arrependimento.

Com as mãos sujas de lama, ele continuava seu caminho, indiferente ao mundo que o rodeava. A rosa rubra, já havia sido deixada para trás, e desta vez, seria a última que lhe daria.

Todos os anos, no Dia dos Namorados, ele alcançava o portão da casa de sua amada e sorrateiramente, deixava uma rosa no peitoril da janela. Não escrevia nenhum bilhete, nem assinava seu nome. Não era preciso. Imediatamente após dar-lhe este presente, ele, escondido dentre as sombras, a via pegando-a e tocando suas delicadas pétalas enquanto fitava a noite com um sorriso. Existia uma conexão forte entre eles, que, apesar do tempo, não havia enfraquecido.

Sempre que podia, ele a observava, procurando não interferir em sua vida. Adorava ver seu olhar meigo enquanto cuidava dos pequeninos, o jeito paciente de tratar aqueles a quem amava.  Possuía uma infinita aura de bondade e ternura, capaz de encantar até mesmo o mais frígido dos homens. Era prova disso. Ela o conquistara, fora capaz de reviver seu coração morto.

Apesar da vontade de estar ao seu lado, sabia que nunca poderia ter lhe proporcionado toda aquela alegria. Com ele, seria forçada a uma vida miserável e sombria. Sofreriam com as imposições do mundo e de sua condição. Não veria o brilho em seu semblante ao receber o carinho daqueles que compartilhavam seu sangue, a linhagem de sua família.

Em um pensamento egoísta, condenou-se por deixá-la ir. Não estaria nessa situação se tivesse insistido para que permanecessem juntos. Ainda seria capaz de senti-la em seus braços, saborear a doçura dos beijos roubados, ouvir aquela voz melódica chamando por seu nome… Antes de a vida tomar aquela para quem dera seu coração, sentia-se contente por poder vê-la trilhando seu próprio caminho. Agora, nem mesmo poderia fitá-la às escondidas, aproveitando-se de uma felicidade que não lhe pertencia. Com sua morte, não possuía mais nenhuma razão para vagar no mundo.

Um grito gutural escapou sua garganta e, apoiando-se contra a parede branca do cemitério, olhou para o céu em um pedido silencioso de misericórdia. O terno negro, coberto de barro, parecia refletir a culpa que sentia. Apesar de não querer mais reviver os momentos que havia passado há pouco, as memórias continuavam a reprisar em sua mente, atormentando-o.

Sua própria figura ajoelhada no chão, espalhando a terra molhada para os lados. Em frenesi, cavava aquele buraco imundo, a procura de uma saída, uma solução.

Levou as mãos ao rosto, deixando que lama escorresse sob sua pele alva e macia. A chuva imitava as lágrimas incapazes de brotar de seus olhos secos, complementando os dolorosos soluços que saíam de seus lábios.

Com facilidade, retirou a caixa de madeira envernizada de dentro do buraco que abriu. Jogou a tampa para longe, espatifando-a contra o tronco de uma árvore.

O odor de morte ainda impregnava suas narinas. A expressão vazia no rosto de sua amada causava-lhe dor. A palidez mórbida lembrava-lhe que aquele coração já não pulsava mais com a sede da vida. Lembrava-lhe de si mesmo.

Vendo seu corpo inerte, levantou-a em seus braços e levou-a próximo de seu tórax. Suplicando a quem quer que o ouvisse para que lhe concedesse aquele pedido, ele beijou seus lábios frios e sem sabor.

Todos os anos, ele aguardava aquele dia, o momento em que lhe entregava a rosa rubra. Sentia-se bem humorado, com o coração preenchido pelo afeto que possuía pela mulher. As cores retornavam ao mundo, tudo se tornava mais belo. Desde que decidira deixá-la, quando completou 21 anos, continuara a demonstrar seu carinho através daquela singela flor anual.

Rasgando seu próprio punho, alimentou-a com o sangue negro que corria em suas veias. Imóvel, observou-a, esperando por algum tipo de reação.

A pele de sua amada, já corroída pela ação do tempo, contrastava com a beleza daquele ser, que nunca deixaria de possuir a aparência angelical de seus vinte anos. Sabia que, devido à sua escolha, algum dia teria de encarar sua morte, mas sempre deixava aqueles pensamentos de lado, convencendo-se que se prepararia no ano seguinte.

Continuou inerte após a segunda ou a terceira tentativa em revivê-la com seu sangue. Gritou em dor e angústia ao perceber que nada poderia fazer.

Seu poder e imortalidade de nada foram capazes. Eram uma maldição, só isso. Eles o fariam lembrar até o fim dos tempos que havia encontrado sua alma gêmea e a deixado ir.

Com rapidez, devolveu-a ao seu descanso mortal, restaurando o imaculado espaço que destruíra em seu descontrole. Suspirando, plantou um leve beijo na flor que fora o símbolo de seu amor e despedaçando-a, jogou suas pétalas sobre a terra molhada. Levantando-se, deu às costas a lápide simples de concreto que adornava o túmulo, sem ler a doce inscrição deixada por sua família. ‘Aqui jaz Maria Helena Soares. Amada esposa, mãe e avó – 1933-2010’

Mesmo agora, quando estava disposto a trazê-la para seu lado, concedendo-lhe imortalidade apesar de sua aparência decadente, esse pedido lhe fora negado. A morte a levara para longe, ignorando o sofrimento causado naquele ser da noite. Só lhe restava perdurar tal punição, deixando que o coração que um dia voltara a bater por causa do amor de uma humana, apodrecesse novamente.

Nunca mais cometeria o mesmo erro. Jamais permitiria que olhares de cumplicidade e romance cruzassem os seus. O dia 12 de Junho, a partir de então, tornar-se-ia amaldiçoado. Transformaria todo o amor em miséria. Deixaria pétalas rubras em todo o mal que causasse. Ninguém escaparia. Compartilharia seu sofrimento com o mundo, da forma mais íntima possível: ele os faria sentir a perda na pele.

Dedicatória Especial: Editora Draco e seu lançamento “Meu Amor é um Vampiro”.


O PREDADOR PERFEITO

07/06/2010

Por: Larissa Caruso

As nuvens negras encobriam a lua e as estrelas, ofuscando a luz do céu. Apesar do horário, a movimentação na rua continuava. O barulho do motor dos carros ecoava na vizinhança, mesclando-se com o som dos últimos ônibus que ainda circulavam. Transeuntes, ocupados com suas preocupações mesquinhas e sem valor, seguia seu caminho sem sequer notar aqueles ao seu redor. Mas nem todos agiam desta forma.

Escondido no telhado de um estabelecimento comercial, ele observava a todos com seus olhos amarelados. Ninguém lhe passava despercebido, nem mesmo aqueles que habitavam as calçadas, protegendo-se do frio com roupas velhas e cobertores de papelão. Saliva escorria de seus dentes afiados enquanto pensava em sua próxima vítima. Estava faminto. Precisava se alimentar.

Sabia que era necessário cuidado. Não deveria vacilar. Encontrava-se em um ambiente moderno rodeado de perigos para criaturas como ele. A noite o definia, o acolhia. O frio não o incomodava. A altura lhe agradava. Agilidade fazia parte de sua natureza. Era o predador perfeito e como sempre, estava pronto para caçar.

Não o fazia somente por ser uma necessidade vital. Os gritos de terror eram como uma melódica sinfonia para seus ouvidos. Gostava de sentir suas garras restringindo os movimentos da vítima, e da sensação de poder que vinha de subjugá-la. Ansiava por experimentar o doce néctar da primeira mordida, onde o sangue, ainda quente, parecia derreter em sua boca.

Suas ações normalmente passavam despercebidas por aqueles que circulavam a vizinhança. Preferiam se trancar em suas casas, ignorando os gritos de dor das vítimas. Sabiam bem o que ocorria, entretanto, confortados pelo pensamento de que nunca passariam por aquela situação, eles a deixavam acontecer, noite após noite. Não estavam interessados em mais problemas.

Mesmo assim, era bom no que fazia. Com seus sentidos aguçados, era capaz de ouvi-los e avistá-los antes mesmo de se aproximarem. Saía do local do ataque, deixando somente os rastros de sangue da vítima que levava consigo, para se alimentar. Através de sua velocidade, sumia na noite, despistando aqueles que ousavam persegui-lo.

Seus pensamentos foram interrompidos pelo doce odor de uma presa. Com um gesto brusco de sua cabeça, focou seu olhar naquele que atraíra sua atenção. Observou a figura que se apressava para alcançar seu destino. Era alta e grande, diferente da maioria que normalmente caçava. Uma barriga protuberante indicava sua alimentação farta. Os olhos possuíam uma gana invejável pela vida e o pescoço alongado, exibia-se para o mundo.

Enquanto andava na calçada, parecia despreocupado com tudo que o rodeava. Murmurava para si mesmo algo parecido com uma canção. Mal sabia que o observavam, considerando matá-lo para saciar suas necessidades. Como a maioria, acreditava que aquilo não passava de mais uma noite, onde seguiria com sua rotina. Ah, doce ilusão!

Pacientemente, observou o individuo direcionando-se para uma rua estreita, mais deserta do que a avenida principal onde se encontrava no momento. Enquanto o fazia, preparou-se para o ataque. Inclinou seu torso para frente, pronto para saltar do prédio e surpreendê-lo. Sorriu ao vê-lo caminhando para sua própria morte. Só mais alguns segundos…

Com agilidade, saltou do telhado, aterrissando alguns passos a frente de sua vítima. Com os olhos arregalados em surpresa, a presa o fitou e então entendeu. O primeiro grito de terror ecoou no ar, fazendo-o tremer em êxtase. Apesar do peso extra que carregava em seu corpo, ele correu, tentando arrumar abrigo em lugares onde não seria capaz de alcançá-lo. Antes que pudesse esconder-se, o predador o atingiu com sua pata dianteira, fincando suas garras afiadas nas costas daquele que ousava resistir.

Ainda sim, a vítima continuou a correr, irritando-o ainda mais. Sibilando, mostrou que não estava brincando. Avançou com um ágil pulo em direção a vítima, procurando prendê-lo com ambas as patas. Um novo chiado de dor escapou do jantar, quando foi pego por seu predador. Com seus dentes afiados, aproximou-se daquele pescoço alongado e o mordeu, quebrando-o com um simples movimento. Lambeu os beiços para saborear ao máximo as primeiras gotas de sangue e então, ronronou em comemoração.

O felino de rua pegou o roedor por seu rabo e correndo, sumiu na noite a procura de um confortável esconderijo para apreciar sua refeição.


A TRAIÇÃO

31/05/2010

Por: Larissa Caruso

Um rancoroso uivo foi o único aviso que teve antes de ser atacado. O barulho da poderosa mandíbula fechando-se contra o ar soou próxima ao seu ombro direito deixou claro que escapara por pouco. Precisava dominá-lo e lembrá-lo quem era seu mestre. Ele era o senhor da noite, o rei da escuridão. Ninguém questionava sua autoridade sem receber a devida punição.

Outras três bestas de pelos negros projetaram-se com longos saltos em sua direção. Mais quatro tentaram golpeá-lo pelas costas. Pretendiam matá-lo. Como conseguiram planejar tal emboscada sem que percebesse? Era capaz de monitorar sua mentes, suas emoções. Sabia que seus servos eram indisciplinados, mas não esperava uma traição. Haviam cometido um grande erro.

Sua imagem transformou-se em um borrão alvo e negro enquanto desviava com velocidade sobrenatural daqueles que procuravam machucá-lo. Ganidos de dor intercalavam o silêncio cada vez que uma das criaturas atingia o chão, estonteada por sua própria força. Levantando os braços para o ar, sentiu o poder de seu elemento. Como no dia em que destruíra os infiéis, absorveu a noite dentro de sua essência novamente. A luz do luar desapareceu, assim como o brilho das estrelas. Não restou nada além da escuridão.

Os lobisomens o atacaram novamente, unindo suas mentes e bloqueando-o para que não pudesse prever de onde os golpes viriam. Foi então que entendeu como haviam planejado tudo sem que percebesse. Deixando que a ira o dominasse, fechou o punho direito com um gesto brusco, imaginando a garganta daqueles que o traíram sendo destruídas pela sua força.

Seus servos congelaram no ar, choramingando enquanto suas traqueias eram esmagadas. Mesmo assim, eles se curavam antes que a morte os alcançasse. Agora, entendia o seu erro. Deveria ter usado menos de seu sangue, adicionado uma pitada a mais de submissão. Tinha que ter usado mais cautela ao invés de criar centenas deles sem experimento prévio. O desejo de livrar o mundo daquela ameaça tornou-se ainda mais forte, não para o seu próprio bem, mas para o bem de seus filhos. Conseguia ver a fome nos olhos bestiais daqueles que enfrentava, dispostos a qualquer coisa para extinguir sua família.

O poder pulsou mais forte dentro dele, desintegrando, aos poucos, aquele corpo humano que escolhera para a vida eterna. Sabia que se os destruísse, tornar-se-ia um com a noite, consumido pelo poder que conjurara. Não importava. Precisava fazê-lo. Em sua mente, visualizou aqueles que compartilhavam o seu sangue na forma de um lobo, localizando um por um. Com um estalo de seus dedos, sentiu a conexão com seus servos ser quebrada. Carne, pele e sangue voaram em todas as direções, levando aqueles que nos ameaçavam a total extinção. O mundo estava livre dos lobisomens.

De certa forma, eles haviam vencido. O objetivo dos traidores era matá-lo e hoje, ele abdicou de sua imortalidade para salvar seus filhos. A matéria de seu corpo começou a se dissipar ao mesmo tempo em que o brilho retornou para a lua e as estrelas. Um último suspiro deixou seus lábios antes que se fundisse com seu elemento.


Dia dos Namorados: Meu amor é um vampiro

31/05/2010

Passe o dia dos namorados lendo histórias de amores proibidos sobre vampiros!

A coletânea organizada pela Editora Draco, será lançada dia 12 de Junho na Saraiva MegaStore do Shopping Pátio Paulista a partir das 16 horas.

A autora Giulia Moon já confirmou que estará presente.

O evento também contará com convidados especiais, como o pessoal do Twilight Universe com cosplays da Saga Twilight e distribuição de brindes.